
Assim como o universo continua em expansão, desde o princípio dos tempos, se espalhando por aí, por toda parte, o GIPE-CIT se juntou a mais gente e continua cantando Padilha...
A convite do Magnífico Reitor da UFBA, Naomar Monteiro de Almeida Filho, um dos coordenadores do GIPE-CIT, Armindo Bião, participa da Abertura do Ano Letivo de 2010, no dia 1º de março de 2010, às 19h, no Salão Nobre da Reitoria da UFBA, no Canela.
Trata-se da versão atualizada de uma aula teatral, que já foi realizada, em versões preliminares, em diversas universidades no Brasil e no exterior, entre março e novembro de 2009. Foi o que ocorreu nas Universidades Libre de Bruxelles, Paris Nord Villetaneuse Saint Denis (antes Paris VIII Vincennes à Saint Denis), Paris Ouest Nanterre La Défense (antes Paris X Nanterre), Paul Valéry (antes Montpellier III), Nice Sophia Antipolis, assim como na própria UFBA (na Escola de Teatro, na abertura do semestre letivo 2009.2), na UFRGS, na PUC RS, na UNESP, na UFMG, na UFRN e na UFPA.



Evento com oficinas, palestras e mostras didáticas gratuitas, direcionado principalmente a arte-educadores da região de Lençóis, artistas e aberto à comunidade em geral.
No próximo dia 11 de dezembro, quinta-feira, às 19h, a Livraria Saraiva MegaStore promove, na Siciliano do Shopping Barra, em Salvador BA, o lançamento do livro Bloco mágico e lua e outros poemas (Salvador: P & A, 284 páginas), de Armindo Bião (ator, encenador, professor titular da Escola de Teatro da UFBA e pesquisador do CNPq). O prefácio é do poeta Antonio Brasileiro e a apresentação da organizadora de obras literárias Heloisa Prata Prazeres.
O Ciclo de Encontros do GIPE-CIT de 2008 se encerra no dia 26, no Instituto Cervantes, a partir das 20h, com a primeira leitura – cantada e dramatizada - pública do texto teatral GIPE-CIT canta Padilla.
Araponga, Osvaldice de Jesus Conceição, Rafael Rolim farias e Sonia Costa Amorim. A preparação para o canto foi do professor Marcelo Jardim.
A construção de máscaras baianas se estrutura muito em função dos ritmos e dos pulsos, do som e das pausas, percebidos no universo sonoro que permeia o nosso dia a dia. A nossa música, cantos e ocasiões de utilizá-los definem seus modos de uso e os temas e histórias que os sustentam e são por eles sustentados.